Hipercrescimento? Não é só para o setor tecnológico

Hipercrescimento? Não é só para o setor tecnológico

O hipercrescimento (hypergrowth) dá-se na parte mais acentuada da curva de crescimento de uma organização. E é vertiginoso.

Num mundo dominado por gigantes tecnológicos como o Facebook, o Google, Alibaba ou Tencent, pode ser difícil imaginar que há, por exemplo, empresas regionais de várias partes do globo a crescer a este ritmo tremendo. Mas é uma realidade, referem os especialistas do Fórum Económico Mundial.

As companhias em “rápido crescimento” estão a evoluir a uma impressionante taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 20 a 40%, o que significa que duplicam as receitas a cada três a quatro anos. Mas até estas empresas ficam atrás das que têm hipercrescimento, cujo CAGR é superior a 40% e que duplicam as receitas em menos de dois anos.

Embora o hipercrescimento esteja associado à área tecnológica, de momento há uma ampla gama de setores a beneficiar com as oportunidades de escala criadas pela Quarta Revolução Industrial – resultado da evolução das tendências socioeconómicas e de novas formas de fazer negócios.

De acordo com o Fórum Económico Mundial, hás dois aspetos fundamentais nesta nova tendência. Primeiro: o hipercrescimento pode ser cultivado, não é apenas o resultado de um golpe de sorte, da tecnologia ou do mercado. Segundo: os líderes das empresas com hipercrescimento focam-se em prioridades diferentes por comparação com os líderes das organizações com taxas de crescimento mais convencionais.  

Fonte: Fórum Económico Mundial

03-05-2016


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