Capital humano vs. máquinas

Capital humano vs. máquinas

A mudança tecnológica é classificada pelo Fórum Económico Mundial como um dos principais desafios globais, que vai exigir um esforço extraordinário ao capital humano para acompanhar o rápido ritmo de evolução. E haverá alturas em que, tanto indivíduos como empresas, e até nações, vão sentir que as suas qualificações estão algo ultrapassadas.


Neste período de transição (ou convulsão, para alguns) a questão é saber como podem os colaboradores e organizações adaptar-se de forma rápida a um mercado de trabalho em mudança e a ajustarem as suas qualificações a novas formas de laborar. Basicamente, há que apreender novas competências.

De momento a Finlândia está no topo da lista dos países que impulsionam e apostam no seu capital humano, estabelecendo forças de trabalho que estão preparadas para as exigências das economias competitivas (dados Human Capital Indext 2016).

A nova geração de trabalhadores tem de estar preparada para a aprendizagem constante e para se manter a par dos novos ritmos de mudança. Vai ter de explorar novas maneiras de combinar negócio e tecnologia para ser mais produtiva, e atualizar modelos de trabalho antigos. Pelo que as organizações de todos os setores vão procurar mentes curiosas, flexíveis e orientadas para dados, não só nas funções de gestão e administração mas também nas áreas mais manuais/técnicas. Os profissionais mais requisitados serão aqueles que tiverem capacidade comprovada de que continuam a aprender e se mantêm relevantes nas suas áreas de especialização – pessoas que procuram ativamente oportunidades onde as suas competências e flexibilidade possam ser aplicáveis.

Fonte: Fórum Económico Mundial

29-06-2016 


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