Best Leader Awards. Homenagem a quem lidera e faz a diferença

Best Leader Awards. Homenagem a quem lidera e faz a diferença

A noite foi de reconhecimento e celebração, na expectável atmosfera de glamour que há sete anos caracteriza esta gala. Este ano, de entre os 35 já galardoados foram distinguidos apenas três, “o mais”: inspirador, influente e transformador.

Sónia Bexiga/OJE

Coube ao anfitrião da cerimónia, Carlos Oliveira, managing partner da Leadership Business Consulting, as primeiras palavras da noite, enquadrando estes prémios que, no cenário único do Palácio Foz, em Lisboa, cumpriram assim a sua sétima edição.

Este ano foi o ano da mudança. Sob o mote da renovação, dinâmica e movimento, os prémios passaram por uma escolha entre os já galardoados. Este ano, o mais inspirador é António Horta Osório, o mais influente, António Mexia e o mais transformador, Manuel Ferreira de Oliveira. Tal como sublinhou Carlos Oliveira, a consultora criou e desenvolveu os Best Leader Awards convicta de que se trata de uma “ação necessária e positiva”, tendo como objetivo destacar “a qualidade da liderança que faz a diferença, na sociedade e na economia”, bem como a existência de “role models, salientando exemplos positivos”. Entregues os prémios, sendo que a António Horta Osório não foi possível estar e por isso enviou um vídeo com o seu depoimento, António Mexia e Manuel Ferreira do Oliveira foram convidados a ter “7 dedos de conversa” com o jornalista Camilo Lourenço, e falar sobre a questão central da noite: liderança.

António Horta Osório, presidente do Lloyds Bank, vencedor na categoria de “Líder Internacional” em 2009, “particularmente honrado” com este prémio, frisou que considera que “o sucesso ou a sorte dão muito trabalho, e é um conjunto entre preparação e oportunidade. Uma vez que as oportunidades não são controláveis, a preparação assume uma preponderância especial no sucesso de cada um e das equipas”. “Não há nada, como gestor, que me dê mais gosto que potenciar, inspirar e desenvolver as pessoas com quem trabalho, quer a nível pessoal, quer profissional”, concluiu.

Sobre o líder, António Mexia, CEO da EDP, vencedor na categoria “Líder na Gestão de Empresas” em 2009, sublinhou que é quem tem a “responsabilidade de transformar a complexidade em grandes resultados” e que, para tal, no seu caso, tem “tido sorte, o que também dá trabalho, e tenho estado rodeado de pessoas que fazem a diferença”. Além da preparação, é crucial estar “no sítio certo no momento certo”, reforçou.

Por seu turno, Manuel Ferreira de Oliveira, líder do fundo de investimento Petroatlântico, vencedor, enquanto CEO da Galp, na categoria “Líder na Gestão de Empresa Privada” em 2012, destacou a importância do apoio da família ao longo do percurso profissional (celebra este ano 45 anos de carreira). “Liderar uma corporação exige muita reflexão e trabalho, sobretudo pensar o curto, o médio e o longo prazo, muitas vezes é como um trabalho de malabarismo, em que tem de se ter sempre três bolas no ar”, salientou.

Nota: Este artigo consta na edição de 4 de março de 2016 do jornal OJE, media partner dos Best Leader Awards.

04-03-2016


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