Defesa dos EUA: Inovação precisa-se

Defesa dos EUA: Inovação precisa-se

O Departamento de Defesa dos EUA gastou em 2015 cerca de 596 mil milhões de dólares (cerca de 536 mil milhões de euros) nas suas forças armadas – o maior orçamento militar do mundo, o equivalente a 3,3% do seu PIB e 9,2% do total de gastos do Governo, de acordo com o Instituto Internacional de Investigação para a Paz de Estocolmo (SIPRI). Os EUA gastam mais que os restantes sete países a seguir, todos juntos. Só a área de “inteligência” tem um orçamento por ano estimado em 70 mil milhões de dólares (63 mil milhões de euros) e emprega 200 mil agentes em termos mundiais. A entidade é composta por 17 agências com uma grande força de trabalho – cerca de 3 milhões de pessoas, o que a torna no maior empregador do globo; são mais de 1,3 milhões de homens e mulheres no ativo, 826 mil na Guarda Nacional e na reserva, e 742 mil civis.

No entanto, e apesar de ser uma organização rica em recursos, o Departamento de Defesa americano arrisca-se a perder a vantagem competitiva no cenário de segurança global, a menos que instile inovação nos seus três principais pilares: tecnologia, pessoas e práticas de gestão, de acordo com Baria Daye, analista de operações no Banco Mundial. Para a responsável, à medida que a maior empresa do mundo se reinventa numa era de transparência, abertura e acesso público à informação, deve reexaminar os pressupostos do passado a fim de redefinir a segurança global no futuro.

Fontes: Fórum Económico Mundial/National Priorities Project

30-06-2016 


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