Este CEO dá o seu número do telemóvel pessoal a cada empregado

Este CEO dá o seu número do telemóvel pessoal a cada empregado

Nos últimos seis anos, este CEO de 49 anos tem dado o número do seu telemóvel pessoal a cada um dos cerca de 8500 empregados desta empresa de Detroit.

"É uma decisão pessoal do CEO", diz este. "Eu encorajo os líderes a estarem acessíveis, pois assim fomentam uma cultura inclusiva."

Talvez surpreendentemente, Emerson apenas recebe cerca de cinco ou seis chamadas de empregados por mês. A maior parte das chamadas são sobre assuntos da empresa. Diz que ainda nunca recebeu chamadas com brincadeiras e que nunca nenhum lhe telefonou sobre questões legais contra a Quicken Loans, alegando práticas de crédito predatório.  Mesmo assim, recorda alguns menos esperados.

• "Os Tigers tinham sido apurados para a World Series. As pessoas mandavam-me sms, não só para manifestarem o seu contentamento por os Tigers terem ganho, mas também a perguntarem, 'Vamos conseguir bilhetes?'. Costumamos ter bilhetes para os jogos dos Tigers e tínhamo-los tido durante toda a época. Teremos uns poucos para a World Series e com certeza que os distribuiremos pelos membros das nossa equipa."

• "Uma vez alguém perguntou se eu tinha um irmão, porque o tinham encontrado em Detroit. Ele perguntou: 'Olhe, tem algum irmão? Ele chama-se Bob?' Tinham estado a falar e, como tinha referido que trabalhava na Quicken Loans, o meu irmão deve ter dito alguma coisa."

• "Durante a formação, damos-lhes um teste de conhecimentos. Nesse formulário, uma das perguntas era: 'De que cor são os meus olhos?' Assim, recebi seis telefonemas de pessoas a perguntarem-me se lhes respondia dar a resposta a essa questão. Eu fiquei, género, está a brincar comigo? Não posso responder a isso; é um teste de conhecimentos."

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