Embora a geração Z (ou zoomers, nascidos entre 1997 e 2010) seja a primeira a crescer com a internet, tem fracos conhecimentos em termos de segurança cibernética e tecnologias de informação (TI).
Um estudo realizado pela americana National Cybersecurity Alliance em 2022 conclui que, apesar da familiaridade com a economia digital, 64% dos zoomers não classificam a segurança cibernética como prioridade elevada. Mais: têm uma taxa de vitimização em crimes cibernéticos mais alta que outras faixas etárias, e são mais propensos a cair num ataque de phishing (em que os criminosos fingem fazer parte de uma entidade credível para levar as vítimas a partilhar informações confidenciais, como palavras-passe e números de cartões de crédito, ou a transferir somas em dinheiro).
A aparente falta de conhecimento de informática e a atitude negligente da geração Z em relação à segurança cibernética podem significar problemas para todos, incluindo as empresas onde trabalham.
Fontes: Raconteur/National Cybersecurity Alliance
12-10-2023
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